ZINES

Abaixo, algumas palavras sobre cada zines a ser lançado nessa tour:
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1 – Quem tem dedo vai a Antares: Zine sobre a prática de pegar caronas na estrada, com dicas, relatos de viagem, traduções, poesias e textos sobre questões de segurança, espaço, tempo.

2 – Ética da Sabotagem: Zine sobre as ações da ALF e sua contextualização na civilização.

3 – SELVAGE I – da anarquia à selvageria: Uma reunião de fragmentos selecionados dos escritos de Catarina Disangelista, fundadora e mentora intelectual do coletivo Você Tem Que Desistir. Traz 22 artigos onde são abordados temas como anarquismo (e sua forma livre de charlatanismos: a anarquia), civilização, divisão social do trabalho, domesticação, sustentabilidade, tecnologia, massificação, cultura, dentre outros. Algumas áreas também abordadas, ainda que tangencialmente, sinalizam a preocupação da autora com assuntos como feminismo e direitos animais.
4 – Manjericão – oficinas de alimentação vegana: Pequenos zines produzidos depois de cada oficina da Cooperativa Manjericão. São 6 temas: massas, churros e cupcakes, alimentação viva, hambúrgueres e maioneses, derivados do grão da soja, culinária viva. Além das receitas e dicas passadas durante as oficinas, os zines contém pequenos textos sobre veganismo e faça-você-mesmo.

5 – Porque Estamos Certos e Vocês Estão Errados: As divergências entre indivíduos que se colocam em causas radicais geram rixas e ódios maiores do que aqueles que inspiram suas lutas. Seja em uma mobilização social de massa, ou num engajamento pela libertação individual, sempre encontramos motivos para críticas disparatadas que opõem dois lados que poderiam agir em cooperação, mas se entrincheiram posições defensivas muitas vezes por orgulho e vaidade.
6 – Contra Arte Arte Contra – Zine coletivo de imagens: O Contra Arte Arte Contra define-se como uma forma de se expressar, interagir, vomitar e dialogar sem centralização nas palavras ou enaltação as artes.

    7 – Este Corpo é Meu: O assunto é o CORPO DA MULHER. A idéia é podermos abrir um debate sobre todas as coisas que se relacionam com o corpo da mulher. Sejam com mulheres ou com homens que gostam e se interessam pelas mulheres. O CORPO DA MULHER é a configuração do silêncio e da palavra delegada, onde nossa cultura conseguiu estabelecer uma distancia de nós mesmas. Não entendemos, não conhecemos e já perdemos o controle do nosso corpo. O objetivo aqui é tomá-lo de volta, é apropriarmos dessa linguagem proibida, é olhá-lo, tocá-lo, perguntar, fazer chá, fazer pomadas, auto-examinar. Neste zine vamos encontrar textos sobre sexualidade, alguns tópicos para conhecermos nosso corpo, receitas de plantas naturais que vem sido usadas desde as avós das nossas avós, auto exame vaginal com espéculo e auto exame de mama, os malefícios dos absorventes industriais e métodos alternativos para evitá-los. CORPO é o espaço e o tempo desde o qual refletimos politicamente nosso cotidiano, é a nossa condição material indispensável para criamos e sermos críticas. (Coletivo Você tem que desistir)

    8 – Cultive Resistência: Porque nós precisamos de uma solução holística para um mundo em crise? Nosso mundo está enfrentando enormes crises ecológicas, bem como problemas potencialmente desastrosos sociais e econômicos que derivam desta crise. Na compreensão de como podemos mudar nosso mundo, é importante destacar alguns dos grandes problemas que enfrentamos no planeta.Não é para nos sentirmos oprimidos pela extensão dos problemas, mas para examinar o que existe, o que é fácil de implementar e termos abordagens inspiradoras que podemos usar para melhorar tanto o meio ambiente quanto a vida que levamos. Olhando para a abordagem holística da permacultura como um mecanismo para a criação de mudança. Vida sustentável é mais do que apenas uma vida agradável para aqueles que tentam. Também oferece uma visão de um mundo melhor, e um protesto contra a prática diária cultural, empresarial e das estruturas do Estado que lançam resíduos para o mundo. (Coletivo Você tem que desistir)

    9 – Lições Ferais: Uma abordagem Geo-Histórica de Sociedade Caçadoras-Coletoras: em meados dos anos 60 as problemáticas relativas aos problemas sócio-ambientais ganham a cena, mostrando o Totalitarismo e o Vazio do Capitalismo Industrial (estágio atual da civilização). Nesse sentido, a partir de um estudo sobre o modo de vida na relação sociedade/natureza de Sociedades Ferais, buscamos levantar questões que possam oferecer caminhos para a superação dessa realidade brutal em que estamos inseridos.

    10 – Em Defesa do Anarquismo Anti-Civilização (AAC): O surgimento da teoria e posteriormente do(s) movimento(s) AAC em meados dos anos 1980 gerou uma série de polêmicas, sobretudo nos meios libertários. As importantes e ricas contribuições que o AAC tem para oferecer a respeito da construção de um mundo libertário (incluindo, mas indo além da esfera humana-especista) vem sendo masacaradas por falsas polemicas e falsas questões. Buscamos então, retomar essas discussões (Sobre a Tecnologia, Retorno ao Passado, Esquerdismo etc), na tentativa de desembaraça-las das constantes e perigosas más interpretações e equívocos.
    11 – Ensaios de Geografia do Espetáculo: “O Espetáculo é o capital em tal grau de acumulação que se torna imagem” (Debord, tese 34 Sociedade do Espetáculo). A partir dessa curta, porém profunda afirmação podemos dar inicio a discussão sobre como as classes dominantes se utilizam da produção de imagens e espaços com o intuito de preservar e aprofundar o status quo. A partir do estudo de 4 Shoppings da Região Metropolitana do Rio de janeiro,  e observando o modo como o espetáculo organiza o seu espaço (e também o tempo), podemos levantar elementos para esse discussão tão importante e atual.

    12 – O Grito Feral , Ano I, Número I, 2009 - O Grito Feral é um periódico anarquista anti-civilização. Ele vai na tentativa de trazer discussões, informações, reflexões e propostas para superarmos a brutal realidade criada pela Civilização e seu totalitarismo domesticatório. Esse número conta com os textos: “Reflexões sobre o Biocentrismo”; “Bioregionalismo: Uma forma mais selvagem de identificarmos nosso lugar”; “Domesticação da Natureza e a Natureza da Domesticação”; “Anarquia Verde vs Anarquismo Clássico” e o clássico do coletivo Willfull Disobedience “Tecnologia e luta de Classes”.

    Uma resposta para ZINES

    1. João disse:

      Vcs podiam fazer um pacotão com todos zines e vender via correios, para quem não puder ir aos eventos da turnê, que tal?

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